terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Carnaval

Quando a gente está solteiro, os finais de semana sempre são as coisas mais esperadas, por um único motivo: o fervo! Dai chega o carnaval e o fervo simplesmente se multiplica em proporções jamais imaginadas, afinal, a gente pode ficar bêbado de terça à sexta e não receber uma indicação direta pro AA.

2013 começou, carnaval foi chegando, e junto com ele as memórias do carnaval passado desse que vos escreve. Sim, passei de terça à sexta num estado que minha mãe chegou a pensar que meu corpo era movido a álcool e não água, mas esse ano... (pausa dramática)... Estou namorando, com O Taurino que foi mencionado aqui, logo, a gente segura a emoção, engole todo o peligron que sentia nascer dentro de si pra essa data emocionante no calendário brasileiro e liga pro marido perguntando o que faremos nesses dias.

Ele: vai ter um bloco de carnaval afro, o Ilu Obá de Min! Alan pensa: vai ter álcool, é carnaval, tô dentro.  E lá fomos nós e uns amigos. Okay, orixás em pernas de pau, toda uma brasileiridade na batida, a bateria formada só por negras lindíssimas e em seguida: a festa do bloco num espaço de eventos 'X' de SP.

Festa estranha, com gente esquisita, música brasileira boa quando uma dj conhecida tocava, música uó quando outro dj 'X' tocava, e eu com as pernas doendo e morrendo de vontade de ir pra casa, porque nem álcool salvava aquela festa. 

Resto do carnaval: muito filme, seriado, gordices culinárias, trabalho e ânimo zero pra fervo. Daí hoje, terça-feira, eu chego do trabalho e dou aquela pescada gostosa no sofá, acordo, escrevo esse post caindo pelas tabelas e não posso evitar de me perguntar: onde foi parar meu 'peligrus maximus' que regia os finais de semana e meus carnavais solteiro? Vai saber...